Não sei porque decidiram celebrar o Dia Mundial do Beijo no dia 13 de abril. Terá sido o dia em que Robert Doisneau tirou sua famosa fotografia do beijo de um casal numa rua de Paris? Foi esta a data na qual Rodin terminou sua clássica escultura? Ou o dia em que estreou nos cinemas “A Dama e o Vagabundo”, o desenho da Disney que mostra a cena na qual os cachorrinhos beijam-se acidentalmente ao compartilhar um prato de espaguete?
Bem, o caso é que a resposta não importa tanto. Afinal de contas, assim como um beijo roubado é mais instigante do que um previamente autorizado, os pretextos para que uma data tão interessante como esta seja celebrada pouco importam.
Na Hollywood dos anos 30 , cenas que fossem consideradas de “paixão excessiva” eram proibidas segundo o Código de Produção. Nenhum beijo em cena poderia durar mais do que 3 segundos. Nenhuma regra, porém, que não pudesse ser burlada por um diretor do talento de Alfred Hitchcock. Ao dirigir Interlúdio, em 1946, Hitchcock filmou uma cena na qual Cary Grant e Ingrid Bergman passam quase três minutos trocando uma série de beijos curtos, entremeados com abraços, diálogos ao pé do ouvido e carícias. Os censores nada puderam fazer para cortar essa longa seqüência; afinal de contas, nenhum dos beijos ultrapassou os três segundos permitidos.
Ingrid Bergman, disse que : “O beijo é um truque maravilhoso que a natureza inventou para interromper a conversa quando as palavras se tornam supérfluas”.
(texto copidescado da net)
O Megapix exibe uma programação especial com quatro filmes em sequência com o tema que marcou diversas produções mundiais:
16h15: O Incrível Hulk, de Louis Leterrier (com cenas gravadas no RJ)
18h25: Titanic, de James Cameron
22h: Desejo e Reparação, de Joe Wright
* 0h15: Doce Lar, de Andy Tennant
Confiram
aqui o drible genial que Hitchcock deu na censura da época da filmagem de Interlúdio.
*[contém 1 beijo a meia noite e quinze, combinado?]