se sente entediada . saiu para dar uma volta, querendo[de verdade] ir largando as bordas do que conhece e indo ao encontro do que ainda não viu. sorri ao sentir o vento quando atravessa a rua e sua saia se levanta como se ela tivesse asas, sente-se a bailarina do acaso, dança na calçada, num pequeno espaço, num quadrilátero, ouvindo a música do vento. gosta de sentir o perfume das árvores, onde flores noturnas se penduram, como estrelas brancas. outro dia, uma folha caiu no seu decote, andou assim maravilhada com aquele presente, a dádiva , o broche, andou como uma Eva vespertina, cruzou a cidade com a sua fantasia ...
domingo, 23 de junho de 2013
sábado, 22 de junho de 2013
Só o que está morto não muda!

nós não somos o que gostaríamos de ser.
nós não somos o que ainda iremos ser.
mas, graças a Deus,
não somos mais quem nós éramos
Martin Luther King
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