sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Na pele do silêncio
















há um cotidiano surdo caminhando estremecido pela impudica poesia.  a lua tornou-se minguante.   há instantes longos deitando-se sobre o agora onde o chão da eternidade inteira persegue o brilho disponível no meu mar enquanto um banco de areia espelha o retrato da espera. há o tempo.    há tempos.    não anoitece ainda...





2 comentários:

✿ chica disse...

LINDO!! Sempre assim aqui! bjs, ótimo fds! chica

Luis Eme disse...

Sempre o tempo...