sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Sigo em frente a troco de vento









e o dia como amanhece? olhos de sonho, frestas, limiares? se expressar é isso, equilibrar olhos alheios sobre uma ponte frágil de tinta negra que avança linha a linha sobre os abismos da folha branca. entre o real e a invenção, está o que vemos, o que nos olha, aquilo que capturamos ou o que nos captura.   ao capturar, aprisionamos, ou, inventando, liberamos?  mas não me olhe assim tão fundo, o que ha é muito raso, muito claro, quase a flor da pele.

um dia aprendo de superficialidade... 


quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Das questões retóricas








minguar
(latim vulgar minuare de minuo, -ere, diminuir)

v. Decrescer; diminuir.
2. Tornar-se menor.
3. Declinar.
4. Faltar, escassear.
5. Passar (a lua) do último quarto à conjunção .























Enfim, a retórica está na língua de quem ama, 
de quem engana e de quem tem necessidade.



[outros há que ousam segredar-nos além do horizonte]