domingo, 1 de dezembro de 2013

E tu espreitas para dentro da estrofe...









segreda-me a canção dos dias
sem que nos ouça a noite terrível
e deixa que dance em mim a voz,
a voz azul que é o lugar onde
o mundo não pára de nascer.

segreda-me o teu nome, agora,
e farei de nós o amor, a constelação,
o sonho de uma estação sem morte.

Vasco Gato













[mostre-me lentamente
aquilo de que eu
só conheço os limites]


sábado, 30 de novembro de 2013

É o sentido sublime de uma sensação...






já ponderei 
o acaso inexplicável
da coincidência
inalterável.
mas existe um bem que
viola todos os
limites e instiga 
querer ser.
um mecanismo intuitivo qualquer
que apossa num segundo
toda a dimensão que
julgas válida de reconhecer
um certo feeling...
sabes??
claro que sim.
sabes sempre...