quarta-feira, 2 de abril de 2014

no suspiro do vento






(...)desejos não obedecem a lógica conhecida do tempo. alarmados pela freqüência com que se falavam, começavam a experimentar, cada qual por seu lado, sem consultar-se, essa peculiar avidez que distingue as relações promissoras das efêmeras, e que é menos uma impressão sentimental do que um efeito físico, semelhante ao que devem sentir os pulmões quando, depois de um intervalo de sufocação, voltam a receber uma injeção de ar. escutam sons harmoniosamente pacíficos.
sentem.(...)."





segunda-feira, 31 de março de 2014

Me inventa e desinventa


979





 traga-me um poema
sem ponteiros.

um poema descafeinado.

um poema cheirando a dama-da-noite


ou de cor-de-sol-que-não-sabe-se-vai-ou-se-fica,
um poema de maçã.



ah…

hoje eu quereria-me um poema