quinta-feira, 10 de abril de 2014

de quantos sóis se faz uma fogueira?








Por mais atenta que esteja é  impossível entender tudo que está em andamento na atualidade, processos diversos aglomeram-se [em mim]  e não é fácil administrar com sabedoria essa carga.  
Porém, a minha alma  começa sempre numa fronteira nítida, em preto e branco, entre o que somos e fingimos. 
Ali não podia existir o arco iris ou  se perderia a identidade que
 lhe serve de âncora. 
Porém  você é  um fim de tarde muito tênue e quase desfeito nem noite nem dia, crepúsculo, ondas de luz e cores perenes.  pouco mais.  

Enfim...
 creio sempre que os beijos são nos lábios, o amor é na boca. e...peço-te em surdina, vencido o medo

 'ensina-me a voar dentro de ti'



quarta-feira, 9 de abril de 2014

O que você vê é o que você ouve


não abre, nem fecha. não range, nem bate.  não é uma porta, mas um simples reflexo que ficou.
e qual é a coisa que ela  parece  que é, mas que não o pode nunca ser?

essa coisa, são todas as coisas. todas as coisas que podem ser.

[possam as  ideias serem sempre um tanto desconexas ]



quando se liberta do jugo do tempo, também o Homem voa.