terça-feira, 17 de setembro de 2013

A leveza de não ter medidas



muitas vezes se viu sozinha esperando pelo seu retorno, tal qual a Penélope da Mitologia grega. aproveitava para lembrar de seu rosto que quase sempre é tenso, vigilante e passa da agitação a sensualidade feito um gato. tem cara de quem pode morder. no entanto, onde poderia haver apenas saudade, solidão e estresse , eles perceberam  a dádiva de poder renovar constantemente seu vinculo, olhando um para o outro sob diferentes  prismas , nas longas conversas transportando-se aos sobressaltos para a infância, a adolescência e a juventude de ambos.  aos poucos ela desvenda o homem que ama e através da força das mudanças de perspectivas , percebe que, de qualquer ângulo, ele é responsável por alguns dos momentos mais especiais de sua vida.





5 comentários:

Dorli disse...

Boa noite Margoh!
Hoje ninguém mais tem tempo, apesar que fazemos o tempo acontecer, de fazer uma visita a um amigo doente.
Eu sinto que o egoísmo esta assolando a humanidade.
Aqueles pequenos detalhes perderam-se no tempo. Ainda bem que eu os vivi.
Beijos
Lua Singular

Pedro Coimbra disse...

Está ali a mulher mais bonita que alguma vez vi, Margoh - Audrey Hepburn, a incarnação dos anjos.

Luis Eme disse...

a vida também é uma estação...

abraço margoh

Ricardo- águialivre disse...

Moral da história

Uma mulher não consegue viver sem o carinho do homem ( loool)

Claro que o inverso também é verdadeiro

Fique feliz
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http://pensamentosedevaneiosdoaguialivre.blogspot.pt/

Rovênia disse...

É no que acredito também! O amor é único em muitos. Basta saber transformá-lo, acariciá-lo, apreciá-lo. Sejamos Penélopes! :)