segunda-feira, 21 de julho de 2014

re.impressões






tenho um coração
apressado
em descompasso
e todos os meus versos
parecem ciganos
nômades (en)cantos
possuem a febre da rima
que arde e se abre

- me perdi no teu ser(tão) deserto...




7 comentários:

Cidália Ferreira disse...

Tão bonito, Margoh!

Votos de uma excelente semana.
Beijos

Coisas de Uma Vida 172

Ricardo- águialivre disse...

Lindo de ler como sempre

Cumprimentos
..................
http://pensamentosedevaneiosdoaguialivre.blogspot.pt/

Liza Leal disse...

E eu me perdi na doçura desses fios de seda..

Tudo tão lindo aqui!
=)

bjk

Benno disse...

o ser(é)tão é seco de amor
sedentas rachaduras abrem bocas a espera da chuva
eis que a minha chuva encharca o solo
o amor é a água que mata a sede desta terra perdida

Carmem Grinheiro disse...

Olá, Margoh.
Especial, este seu poema.
bjo amigo

Bia Hain disse...

Delícia, um ser (tão) deserto, inteirinho a ser desbravado... com amor, todo deserto vira oásis. Um abraço!

Bia Hain disse...

Delícia, um ser (tão) deserto, inteirinho a ser desbravado... com amor, todo deserto vira oásis. Um abraço!